segunda-feira, 20 de outubro de 2008

No mar, não quero ser o barco nem os ventos:
Só a linha do horizonte, divisória e imutável.
Mas em terra, não quero ser o cais determinado
nem a constante amada.
Só o riso passageiro
que ilumina o marinheiro por um pouco
e depois passa,
como passam sempre as coisas verdadeiras.
Clizete Araújo

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